Ano: 2012
Páginas: 392
Editora: Verus
Nota no Skoob: 4,4
Como todo bom romance, nas primeiras páginas você já sabe quem vai ficar com quem, mas isso não desanima a ler o livro, pois sempre ficamos ansiosos pelo o que vai acontecer até o esperado final feliz.
Esse livro fala da "boa" garota Abby Abernathy, ela acabou de se mudar e acredita que seu passado está bem escondido.
Nessa nova cidade a única conhecida é sua melhor amiga, que se mudou com ela, América, elas vão para um lugar onde ocorrem lutas e lá ela conhece Travis, um perfeito bad boy, que com o decorrer da historia vira seu amigo e no meio dessa amizade ocorre uma aposta, ele irá perder e ter que em abstinência de sexo ou ela que vai ter que morar com ele por um mês?
Esse livro possui uma escrita cativante e personagens apaixonantes, porém eu li com um grande entusiasmo até metade do livro, pois depois que o romance principal do livro finalmente acontece a historia vira um romance água com açúcar, mas a autora fez com que muitas brigas ocorressem e Abby nunca deixa que mandem nela o que faz o leitor não começar a sofrer de diabete com tanto doce entre os dois (haha, piada lixo).
Eu aconselho a ler o livro, é uma leitura fácil e animadora!
Vou postar a cena do livro que mais gostei:
" Travis pegou a minha mão. "Venha" ele disse, me puxando pela multidão ate a pista de dança."Eu bebi muito! Eu vou acabar caindo!"Travis deu um sorriso e me puxou para ele segurando minha cintura. "Cala a boca e comece a dançar."América e Shepley apareceram ao nosso lado. Shepley dançava como se andasse vendo videoclipes demais do Usher. Travis quase me deixou em pânico com o jeito como pressionava o corpo contra o meu. Se ele usava aqueles movimentos no sofá, eu conseguia entender por que tantas garotas se arriscavam a ser humilhadas pela manhã.Ele segurou forte meu quadril, e notei que a expressão dele estava diferente quase séria. Passei as mãos em seu peito perfeito e em sua barriga de tanquinho, os músculos tensionados ao ritmo da música, debaixo da camiseta apertada. Virei de costas para ele e sorri quando ele envolveu minha cintura. Com o nível de álcool em minhas veias, quando Travis puxou meu corpo contra o dele, os pensamentos que me vieram à mente eram tudo, menos de amizade.A próxima música começou, e Travis não fez nenhum sinal de que quisesse voltar para o bar. O suor escorria em gotas pelo meu pescoço, e as luzes multicoloridas me faziam sentir um pouco zonza. Fechei os olhos e apoiei a cabeça em seu ombro. Ele pegou minhas mãos e as colocou em volta de seu pescoço. Suas mãos desceram pelos meus braços, pelas minhas costas, e por fim voltaram ao meu quadril. Quando senti seus lábios e depois sua língua no meu pescoço, me afastei com um pulo.Travis deu uma risadinha, parecendo um pouco surpreso.— Que foi, Flor? "
OBS: Eu ainda prefiro o apelido dela em inglês Pigeon/Pidge
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